.posts recentes

. As evoluções Papais: Crim...

. Novos Portugalíades ( ens...

. Comissão Bancária: A Dívi...

. Banca Portuguesa ( a malv...

. .... e não deixam nada!

. Irra, Raspa-te, Safa !

. À espera que a Espanhe ga...

. Novo BANCO em Portugal

. A solução da crise está à...

. Vivemos na Faixa de Gaza ...

.arquivos

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Março 2006

Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006

Novos Portugalíades ( ensaio )

1
A Banca, Seguros e Xicos acomunados,
Que nesta ocidental praia se instalavam,
Por golpes nunca de antes utilizados
Comeram todos os que neles confiavam,
Em juros, burlas e comissões apostados,
Mais do que prometiam e cobravam,
E entre gente incauta edificaram
Novo Reino que tanto sublimaram;
 
2
E também as memórias gloriosas
Daqueles VIPS que foram dilatando
A carteira, o Império e contas duvidosas
Na Suiça, nas Caimão sempre aumentando;
E aqueles que por manobras viciosas
Se vão da Lei da Republica libertando;
Cantando espalharei por todo o lado,
Se a tanto me ajudar a massa e o advogado.
 
3
Cessem do honesto e bem intencionado
As aventuras grandes que tiveram;
Cale-se da honra de por ter trabalhado
A fama e a fortuna que fizeram;
Que eu canto o Xico Esperto actualizado
A quem a justiça e o fisco obedeceram:
Cesse tudo o que a Musa antiga canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.
publicado por RC às 16:11
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 13 de Setembro de 2006

Comissão Bancária: A Dívida que não acaba

Dez anos de pagador ele servia
A Banca, mãe de Dívida, tormenta rela;
Mas não servia a mãe, servia a ela,
e a ela só por paga pretendia.
 
Os dias, na esperança de um dia em vão,
passava, contentando-se em vencê-la;
porém a mãe, usando de cautela,
em lugar de Dívida lhe dava Comissão.
 
Vendo o triste pagador que com enganos
lhe fora assim o seu destrate negado
como se o não tivera merecido;
 
começa de pagar outros dez anos,
dizendo: - Mais pagara, se o tratado
não fora pagar só o crédito obtido.
publicado por RC às 00:20
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

Banca Portuguesa ( a malvada...)

Ó banca malvada, quanto do teu VAL
São lágrimas de Portugal!
Por em ti fiarmos, quantos entesaram
Quantas firmas definharam!
Quantos projectos ficaram por acabar
Para a ti, banca, amamentar!
 
Valeu a pena? Nada vale a pena
Se a carteira é bem pequena.
Quem quer passar além da Livrança
Tem da Reforma fazer esperança.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas ao pobre só a banca ofereceu.
 
publicado por RC às 23:41
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2006

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.links

blogs SAPO

.subscrever feeds