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Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Vivemos na Faixa de Gaza (é ficção, descansem!)

 Esta fotografia foi tirada em Gaza, Médio Oriente. mas até poderia ser em Portugal. Basta que usemos um pouco da analogia e imaginação. Vejamos:

1. à direita temos o governo a ameaçar o povo ( miúdo, é claro! ), de o despojar de quanto tem;

ou

2. à esquerda vemos o povo ( miúdo, é claro!) reagindo perante o assalto que a banca diariamente lhe faz.

È claro que tudo isto é ficção.

É claro!!!!!!!!!!!!!!!

publicado por RC às 16:19
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Domingo, 19 de Março de 2006

OPA contra opa

A OPA que, diz o Millenium,

Vai lançar sobre o BPI

Não é em nada parecida

Com a opa que eu já vesti.

 

Esta, singela no aspecto

E no trato que lhe dava

A Micas, com muito jeito

A todos enchia de orgulho

E nos incutia respeito

 

Em solenes ocasiões

Sempre com honra usada:

Nas festas, nas procissões

Em dias de consoada

Ela cobria e brilhava

Sobre pobres e rotos calções

Muitas misérias tapava.

 

Vermelha a gola, branco o manto;

Cores essa que avivavam

Vidas sofridas do pouco e o pranto

Com a opa se acalmavam

Dando um pouco de encanto.

 

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Todo o mundo é composto de mudança.

Acabaram-se as opas de criança

Sempre de cada Irmandade

 

Vieram outras, da Bolsa

Irmandade bem diferente:

Não tem sequer nome de gente

Pois OPA é seu nome próprio:

Não tem gola, tem colarinho

Dando a todos ares de finório:

Vai esmagando pelo caminho

Tornando a vida um velório.

 

-Oh pá, eu compro o BPI,

(Diz o Millenium arrogante)

- Tende calma eu estou aqui

Com bastante “afliçom”

À espera do garante

P’ra comprar a Telecom.

 

(Este último que falou,

Porque a Optimus não foi óptima

Sempre achou que a solução

Neste momento que é solene

Seria propor à nação

Ser o pai da TMN).

 

Mas o BPI,  bem caladinho

Finório que nem  rato na toca

À proposta da Opus Millenium

Opõe rápida contra-OPA.

 

Está  tudo baralhado,

( O povo, logo se vê)

Vai agarrando este andor

Com o peito bem inchado

Mas se não abre o olho que vê,

A tempo de ser enganado

Vai ter que pegar ao andor

De outro tempo passado:

Calção roto escondido

Pela opa que  havia guardado..

 

publicado por RC às 02:34
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Sexta-feira, 17 de Março de 2006

A frase mais cínica do ano

"Para nós o mais importante são as pessoas....."

(Paulo Teixeira Pinto, Presidente do Millenium BCP, referindo-se aos receios dos  funcionários do BPI perante a OPA anunciada)

publicado por RC às 19:35
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Quarta-feira, 15 de Março de 2006

As alternativas basófias do Odres

 

 

publicado por RC às 20:32
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Terça-feira, 7 de Março de 2006

Vila Meã vs Amarante

ou a Guerra Norte Sul

 

 

Dizem os órgãos de comunicação social em Amarante que a sessão da Assembleia Municipal do passado dia 25 de Fevereiro foi marcada por uma certa sonolência, aparentemente relacionada com a “desinteressante” Ordem de Trabalhos.

Penso que todas as sessões da Assembleia Municipal se revestem de enorme importância sejam ordinárias ou extraordinárias, todas elas fundamentais para o exercício do poder autárquico e cumprimento de um mandato conferido pelo voto popular.

Se acaso a discussão sobre as questões do Município não são mais intensas ou profundas tal só poderá dever-se à apatia, falta de vontade ou capacidade de intervenção dos deputados municipais, eles próprios a base da assembleia.

Pelos vistos a referida sessão de 25 de Fevereiro não despertou nos deputados municipais, genericamente, grande vontade de intervenção.

Vila Meã salvou a pobreza da discussão Municipal ao tornar-se o objecto da única ocasião em que se reparou estarmos em plenário, num órgão onde a discussão deve representar a essência do mesmo, sem complexos, sem rancores, com cidadania e urbanidade, enfim, democraticamente.

Estou, mais uma vez, grato a Vila Meã pelo contributo.

Porém, e haverá sempre nestas questões um eterno porém, os motivos da abordagem de Vila Meã naquele órgão foram originários de uma doentia preocupação já habitual quando a Vila  Meã se referem a maioria dos deputados não naturais ou residentes neta região.

O assunto, chamado de “Guerra Norte Sul” (sic) por um dos deputados prendeu-se com a eterna questão matemática de verbas atribuídas a Vila Meã, comparadas (como der mais jeito) com verbas para Amarante/cidade. Desta feita o jogo matemático resultava da análise ao somatório das verbas atribuídas pela Câmara Municipal às Instituições do concelho, publicadas pela imprensa amarantina, como impõe a Lei.

Assistiu-se a um desenrolar de comparações matemáticas, instituição a instituição, sub-totais e totais finais ali devidamente dissecados.

Comparou-se o rol das instituições “privilegiadas” com os subsídios, geograficamente disseminadas e rotuladas por serem ou não serem de Vila Meã.

As intervenções, várias, começaram com termos bélicos (a guerra norte-sul), derivaram para questões geográficas de centro-periferia, até que finalmente alguém, arrematou assumindo que a Vila Meã se referia a comparação.

Assistimos a um chorrilho de acusações e comparações que derivam de um erro da parte dos senhores deputados por ignorarem que tal relatório se referia, como impõe a Lei, aos subsídios do último semestre de 2005, já que os atribuídos no primeiro semestre foram publicados, como impõe a Lei, em Julho de 2005.

Veio, despudoradamente, ao de cima o que já todos sabíamos: a Vila Meã devem ser dadas as migalhas, na opinião da maioria dos deputados de amarante-cidade. Para esses Vila Meã conta como contribuinte: líquido na receita municipal; sólido na participação nos actos eleitorais.

Estamos conversados.

(Sublinhe-se aqui a intervenção esclarecedora do ex-vereador responsável pelo Pelouro. Honra lhe seja feita)

Como dizia o tal espanhol: “ no creo en brujas; pero que los hay, los hay…..”

 

Raimundo Carvalho

publicado por RC às 19:04
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Domingo, 5 de Março de 2006

AC VilaMeã em apertos

o nosso Vila está a começar a dar ar de cansado.......

será do caruncho (bicho da madeira)?

sinto-me:
publicado por RC às 21:30
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Quarta-feira, 1 de Março de 2006

As Razões e Evolução de uma crise

 Por deles haver  excesso        E destes  muita falta  

 Só podia resultar

 

 

 

publicado por RC às 23:16
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