Depois de ter enfiado o barrete urbi et orbi, acerca daquele assuntosito sobre Maomé, o Papa foi aconselhado pela Cúria Romana a uns dias de repouso, para reflexão.
O nosso blog foi encontrá-lo no Minho profundo, bem disfarçado e plenamente empenhado nas vindimas locais.
BIBÓ PAPA
Imagem retirado do blog do Zé dalmeida em http://pitecos.blogs.sapo.pt/
Gande Zé
Com o agradecimento ao amigo PITECOS, http://fotos.sapo.pt/pitecos/pic/0000x46
pedindo desculpa pelo uso da imagem; NÃO RESISTI!

Este touro espanhol resolveu esperar que a Espanha seja Campeã do Mundo em Futebol.
Vai daí, sentou-se !!??!!..............
Chama-se BPLL Banco Português dos Lusitanos Lorpas o novo banco português e foi fundado esta semana.
Sinal evidente da pujança económica que o país atravessa, o novo banco terá como objectivo principal, nada novo, sacar o mais possível a alguns, calcula-se que a 97,82% da população.
Aos clientes do novo banco o meu blog deseja felicidade, sorte e lucros, embora esteja ciente de que tal seja impossível.
Na imagem pode ver-se a primira reunião do Conselho de Administração do BPLL
Esta fotografia foi tirada em Gaza, Médio Oriente. mas até poderia ser em Portugal. Basta que usemos um pouco da analogia e imaginação. Vejamos:
1. à direita temos o governo a ameaçar o povo ( miúdo, é claro! ), de o despojar de quanto tem;
ou
2. à esquerda vemos o povo ( miúdo, é claro!) reagindo perante o assalto que a banca diariamente lhe faz.
È claro que tudo isto é ficção.
É claro!!!!!!!!!!!!!!!
A OPA que, diz o Millenium,
Vai lançar sobre o BPI
Não é em nada parecida
Com a opa que eu já vesti.
Esta, singela no aspecto
E no trato que lhe dava
A Micas, com muito jeito
A todos enchia de orgulho
E nos incutia respeito
Em solenes ocasiões
Sempre com honra usada:
Nas festas, nas procissões
Em dias de consoada
Ela cobria e brilhava
Sobre pobres e rotos calções
Muitas misérias tapava.
Vermelha a gola, branco o manto;
Cores essa que avivavam
Vidas sofridas do pouco e o pranto
Com a opa se acalmavam
Dando um pouco de encanto.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Todo o mundo é composto de mudança.
Acabaram-se as opas de criança
Sempre de cada Irmandade
Vieram outras, da Bolsa
Irmandade bem diferente:
Não tem sequer nome de gente
Pois OPA é seu nome próprio:
Não tem gola, tem colarinho
Dando a todos ares de finório:
Vai esmagando pelo caminho
Tornando a vida um velório.
-Oh pá, eu compro o BPI,
(Diz o Millenium arrogante)
- Tende calma eu estou aqui
Com bastante “afliçom”
À espera do garante
P’ra comprar a Telecom.
(Este último que falou,
Porque a Optimus não foi óptima
Sempre achou que a solução
Neste momento que é solene
Seria propor à nação
Ser o pai da TMN).
Mas o BPI, bem caladinho
Finório que nem rato na toca
À proposta da Opus Millenium
Opõe rápida contra-OPA.
Está tudo baralhado,
( O povo, logo se vê)
Vai agarrando este andor
Com o peito bem inchado
Mas se não abre o olho que vê,
A tempo de ser enganado
Vai ter que pegar ao andor
De outro tempo passado:
Calção roto escondido
Pela opa que havia guardado..
"Para nós o mais importante são as pessoas....."
(Paulo Teixeira Pinto, Presidente do Millenium BCP, referindo-se aos receios dos funcionários do BPI perante a OPA anunciada)
ou a Guerra Norte Sul
Dizem os órgãos de comunicação social em Amarante que a sessão da Assembleia Municipal do passado dia 25 de Fevereiro foi marcada por uma certa sonolência, aparentemente relacionada com a “desinteressante” Ordem de Trabalhos.
Penso que todas as sessões da Assembleia Municipal se revestem de enorme importância sejam ordinárias ou extraordinárias, todas elas fundamentais para o exercício do poder autárquico e cumprimento de um mandato conferido pelo voto popular.
Se acaso a discussão sobre as questões do Município não são mais intensas ou profundas tal só poderá dever-se à apatia, falta de vontade ou capacidade de intervenção dos deputados municipais, eles próprios a base da assembleia.
Pelos vistos a referida sessão de 25 de Fevereiro não despertou nos deputados municipais, genericamente, grande vontade de intervenção.
Vila Meã salvou a pobreza da discussão Municipal ao tornar-se o objecto da única ocasião em que se reparou estarmos em plenário, num órgão onde a discussão deve representar a essência do mesmo, sem complexos, sem rancores, com cidadania e urbanidade, enfim, democraticamente.
Estou, mais uma vez, grato a Vila Meã pelo contributo.
Porém, e haverá sempre nestas questões um eterno porém, os motivos da abordagem de Vila Meã naquele órgão foram originários de uma doentia preocupação já habitual quando a Vila Meã se referem a maioria dos deputados não naturais ou residentes neta região.
O assunto, chamado de “Guerra Norte Sul” (sic) por um dos deputados prendeu-se com a eterna questão matemática de verbas atribuídas a Vila Meã, comparadas (como der mais jeito) com verbas para Amarante/cidade. Desta feita o jogo matemático resultava da análise ao somatório das verbas atribuídas pela Câmara Municipal às Instituições do concelho, publicadas pela imprensa amarantina, como impõe a Lei.
Assistiu-se a um desenrolar de comparações matemáticas, instituição a instituição, sub-totais e totais finais ali devidamente dissecados.
Comparou-se o rol das instituições “privilegiadas” com os subsídios, geograficamente disseminadas e rotuladas por serem ou não serem de Vila Meã.
As intervenções, várias, começaram com termos bélicos (a guerra norte-sul), derivaram para questões geográficas de centro-periferia, até que finalmente alguém, arrematou assumindo que a Vila Meã se referia a comparação.
Assistimos a um chorrilho de acusações e comparações que derivam de um erro da parte dos senhores deputados por ignorarem que tal relatório se referia, como impõe a Lei, aos subsídios do último semestre de 2005, já que os atribuídos no primeiro semestre foram publicados, como impõe a Lei, em Julho de 2005.
Veio, despudoradamente, ao de cima o que já todos sabíamos: a Vila Meã devem ser dadas as migalhas, na opinião da maioria dos deputados de amarante-cidade. Para esses Vila Meã conta como contribuinte: líquido na receita municipal; sólido na participação nos actos eleitorais.
Estamos conversados.
(Sublinhe-se aqui a intervenção esclarecedora do ex-vereador responsável pelo Pelouro. Honra lhe seja feita)
Como dizia o tal espanhol: “ no creo en brujas; pero que los hay, los hay…..”
Raimundo Carvalho
o nosso Vila está a começar a dar ar de cansado.......
será do caruncho (bicho da madeira)?